Foi o primeiro carro de passeio produzido pela Willys, no Brasil, presente no Brasil desde 1953 montando Jeeps, em 1957 começou o processo de nacionalização.
Produzido sob licença o projeto não podia ser alterado, o que ocasionou um grande desgaste para marca e o veículo, que apresentava defeitos já conhecidos que se acentuavam mais no Brasil em função das condições de rodagem.
Mesmo com tudo isto foram produzidos cerca de 23.887 veículos de 1959 a 1965
O Teimosofoi o substituto do Dauphine em uma versão bem simplificada , um modelo popular que poderia ser adquirido com financiamento da caixa.Para baratear o custo o veículo vinha sem piscas dianteiros, uma unica luz de freio em cima da placa, alem de revestimentos simplificados e ausência de cromados , foram produzidos cerca 8.967 unidades de 1965 a 1967.
Com inumeras modificações que o veículo recebeu foi rebatizado de Gordini, que fez veículo ficar conhecido foram produzidos 41.052 veículos de 1961 a 1968.
Com apelo mais esportivo foi lançado o Gordini 1093 que nada tem a ver com sua cilindrada, tinha um apelo mais esportivo apesar do que o nome sugere, sua cilindrada continuou a mesma 845cm3
foram produzidos 721 unidades em sua maior parte destinada as competições.
A Willys foi adquirida pela Ford e o projeto conjunto com a Renault que chamava-se M foi adotado pela Ford transformando-se num enorme sucesso o Corcel, dizim que as primeiras unidades ainda chegaram a sair como Ford/Willys
Espaço dedicado a troca de ideias e a preservação da história sobre todo tipo de veículo motorizado que foi fabricado no Brasil.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Willys Interlagos o Primeiro Esportivo Brasileiro
A Willys produziu o Interlagos sob Licença , era identico ao Renault Alpíne A108, que fora lançado 5 anos antes, foi fabricado em três modelos, conversível fabricado somente no Brasil, coupe, e Berlineta.
Conversível
É o pioneiro na utilização de plástico e fibra de vidro na carroceria, em cima de um chassis tubular foram produzidos apenas 822 unidades durante os cinco anos de produção.
Cupê
O nome Interlagos foi adotado por influência do publicitário Mauro Sales, este carro acumulou inúmeras vitórias nas pistas e grandes nomes do automobilismo o pilotaram.
Berlineta
Era uma estratégia ousada para epóca oferecer um veículo com estética e características de um esportivo de corrida.
Era fornecido em três versões 845, 904 e 998 cc, com 40 cv, 56 cv, ou 70 cv, este último somente
para a Berlineta.
É dele também o título de primeiro conversível fabricado no Brasil.
Conversível
É o pioneiro na utilização de plástico e fibra de vidro na carroceria, em cima de um chassis tubular foram produzidos apenas 822 unidades durante os cinco anos de produção.
Cupê
O nome Interlagos foi adotado por influência do publicitário Mauro Sales, este carro acumulou inúmeras vitórias nas pistas e grandes nomes do automobilismo o pilotaram.
Berlineta
Era uma estratégia ousada para epóca oferecer um veículo com estética e características de um esportivo de corrida.
Era fornecido em três versões 845, 904 e 998 cc, com 40 cv, 56 cv, ou 70 cv, este último somente
para a Berlineta.
É dele também o título de primeiro conversível fabricado no Brasil.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Feliz 2014
Feliz 2014
Primeiro peço desculpas aos que seguem, mas infelizmente a falta de tempo obrigações profissionais, e todas estas coisas acabam atrapalhando e consumindo nosso precioso tempo.
Quando Começei este pequeno Blog, tinha a intenção de acompanhar a minha página do Facebook que tem muita coisa sobre carros Brasileiros, no entanto não é possível ter este tipo de sincronismo até porque tem muitas fotos, propagandas e etc..., as quais vou futuramente agrupar num outro local.
Desejo muita paz, saúde e sucesso a todos.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Aero Wilys 2600 primeiro veículo criado no Brasil
O título de primeiro modelo criado no Brasil, fica com o Aero Willys 2600, que foi elaborado para substituir o antigo modelo derivado do Aero Ace, Aero Wing, que vinham sendo melhorados continuamente desde de 1960 ocasião de seu lançamento, mas o modelo tinha conquistado fama de robusto, mas de gosto discutível e já ultrapassado.
O então presidente Willian Max Pearce em conjunto com a matriz autoriza o desenvolvimento de um novo Aero Willys mais moderno tendo como base o projeto 213 de Brooks Stevens.
A plataforma e a mecânica foram aproveitadas, o estilo interno e externo foram totalmente desenvolvidos no Brasil pelo departamento de estilo da Willys que foi o primeiro do gênero na América Latina.
Começou a ser produzido em 1962 fazendo sua primeira aparição em outubro no salão de Paris, era um veículo totalmente novo moderno com grande área envidraçada, um sedan de 4 portas e 3 volumes, foi apresentado aos Brasileiros no III salão do automóvel de 1963.
Deu origem ao Itamarati e a Primeira Limousine produzida no Brasil, após a compra da Wiilys Overland do Brasil pela Ford em 1967 os modelos continuaram sendo produzidos, tendo sua produção encerrada 1971.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
DKW o primeiro carro Brasileiro
É considerado historicamente o primeiro veículo Brasileiro fabricado em série, foi primeiro carro com características de continuidade, baseado no DKW F91 universal.
Neste primeiro momento a indústria nacional apenas copiavam, veículos já existentes e fabricados em seus países de origem, e muitas vezes não haviam obtido o sucesso esperado, graças a politica de incentivos os fabricantes podiam importar o seu ferramental sem pagar impostos.
O DKW Vemag assim como ficou conhecido em função da associação como o Grupo Veículos Máquinas Agrícolas, fundada em 1955 e instalada no bairro do Ipiranga em São Paulo.
A Vemag existia desde 1945 como distribuidora em montadora das marcas Studebacker, Scania Vabis, Massey, entre outros, como a importação foi proibida em 1952 inicia-se o processo para poder fabricar o veículo.
Não existem dados precisos de quantos veículos foram fabricados em 1956, considera-se como a data oficial da fabricação do primeiro DKW em solo nacional 15 de novembro de 1957.
O primeiro veículo era feio lembrava um carro de entrega, quadrado em nada lembrava os fabricados na Alemanha, não havia muitas opções de escolha de cor, acabamento e etc...
Mas o veículo surpreendia, porque apesar da pequena potência podia transportar até seis pessoas com relativo conforto, desempenho e economia.
Eram veículos com motores de 3 cilindros inicialmente com 900 c.c, dois tempos, uma bobina por cilindro um sistema de distribuição complexo, possuíam roda livre, e tinham tração dianteira o F significa Frontantrieb (tração nas rodas dianteiras).
Ao longo do tempo sofreu inúmeras modificações afim de se adaptar ao mercado local, os motores passaram de 900 c.c para 1.000 c.c as portas do veículo passaram a abrir no sentido normal dos veículos de hoje em dia.
O DKW realmente marcou história e conquistou uma legião de fãs no Brasil, a marca também produziu o Belcar, o Jipe Candango, e o Fissore, deixando de ser produzida 1967 quando a Volkswagem assumiu o controle da operação no Brasil, encerrando as atividades da marca no país.
Realizou grandes feitos nas competições, muitas vezes competindo com veículos de maior cilindrada, e foi também a base para Carcará o primeiro recordista de velocidade no Brasil.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Romi Isetta primeiro veículo fabricado no Brasil
Embora a imprensa especializada não considerem como um veículo, a Romi-Isetta foi o primeiro veículo fabricado em série no país.
Foi o único veículo produzido pelas industrias Romi, produzido entre 1956 a 1961 na cidade de Santa Barbara d`Oeste em São Paulo. Foram produzidas cerca de 3.000 unidades.
Desenhado por um projetista de aviões, o veículo traz diversos conceitos adotados na aviação, a porta única e que abre para frente, arrastando a coluna de direção e o volante é inspirada nos aviões cargueiros.
A ampla área envidraçada também imita o estilo adotado nos aviões de guerra, as linhas arrendondas traduzem as formas de uma gota de chuva
O empreendimento encontrou inúmeras dificuldades, o conceito do veículo não se encaixava naquele momento da historia o veículo tinha apenas uma porta levava duas pessoas, o Governo estava fomentando a entrada de veículos médios e grandes, o contrário da proposta da Romi-Isetta.
A empresa adotou uma estratégia de markenting visava expor o modelo a diferentes públicos: de segundo carro para a família ao estudante universitário, outras foram criadas se dirigindo ao público feminino, (agora eu sou livre) mostrava uma modelo saindo de uma gaiola para entrar no carro.
Em 1959 O Grupo Executivo da Indústria Automobilística começou a fazer pressão para que o veículo deixa-se de ser produzido. Alegando que suas características como porta frontal, banco único, motor fraco e as rodas pequenas o tornavam incompatível com o restante da industria, e em 1961 deixou de ser produzido.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Uma tentativa Pioneira
PINAR
Hoje, não se sabe que fim levaram os protótipos e poucas pessoas jamais sequer ouviram falar deste intrigante episódio da trajetória da indústria automobilística brasileira.
Este pode ser considerado o primeiro automóvel totalmente brasileiro, foi fabricado a mão no Brasil.
Seu nome? PINAR, cujo significado era “Pioneiro da Indústria Nacional de Automóveis Reunidas”.
Pouco sabemos a seu respeito. Não existem muitos documentos oficiais e não se tem notícias de nenhuma testemunha daquela época que possa ainda hoje dar detalhes sobre o assunto. Até mesmo registros da imprensa são raros.
Capitão Edvaldo, um dos projetistas e Otolini, o construtor Sabe-se que o PINAR foi projetado pelos amigos Edvaldo Oliveira dos Santos e João Gimenes, respectivamente capitão e tenente, ambos trabalhando para o Serviço de Motorização do Exército.
Foram fabricados a mão três protótipos: um sedan de 4 portas, um coupê e um conversível. A construção ficou a cargo do inventor Domingos Otolini. Nesta época o Serviço de Motorização do Exército era fortemente ligado à Fábrica Nacional de Motores, por isso, algumas fontes citam o PINAR como um projeto oficial da FNM. Otolini possuía uma empresa metalúrgica no bairro do Grajaú, no Rio de Janeiro, chamada Regulador de Vehículos Ney Ltda. E foi nas oficinas da empresa que os protótipos foram produzidos.
Não existe nenhum indício seguro — como projetos ou documentos — sobre o PINAR nos arquivos do Exército ou da própria FNM, há sim esboços de projetos para a fabricação de um automóvel de passeio de 1950, na biblioteca do Instituto Militar de Engenharia (IME). Contudo, esses documentos não indicam explicitamente se tratar do PINAR.
Por essas razões, acredita-se que o automóvel não tenha sido um projeto oficial do Serviço de Motorização do Exército ou da FNM, mas sim uma iniciativa particular dos amigos Santos, Gimenes e Otolini, e que o objetivo era o de “vender” a idéia ao Governo Federal, que poderia aproveitar as instalações da própria Fábrica Nacional de Motores para a fabricação do automóvel em larga escala.
O veículo foi apresentado a Getúlio Vargas. São Paulo ou Petrópolis? A apresentação do automóvel ao Presidente Getúlio Vargas também é controversa e tem duas versões. A primeira, oficial, diz que Getúlio conheceu e andou no PINAR durante a Exposição Industrial de Água Branca de 1951, em São Paulo.
O conversível teria chegado à capital paulista rodando pela antiga Rodovia Rio-São Paulo, e despertado a curiosidade das pessoas por onde passava. Outra versão, contada por uma bisneta de Gimenes, diz que o carro foi mostrado pela primeira vez a Vargas quanto ele encontra-se em férias de verão em Petrópolis-RJ.
Com o presidente, estava o seu Ministro da Fazenda, Osvaldo Aranha. Na cidade da Região Serrana Fluminense, Vargas teria inclusive passeado no Pinar. Pouco sabe-se também a respeito das características técnicas do projeto.
O PINAR era um automóvel pequeno, com design bastante controverso. Apesar da enorme grade frontal cromada, ao melhor estilo americano da época, tinha motor traseiro refrigerado a ar. Segundo reportagem da revista O Cruzeiro, o carro era “bonito por fora, mas horripilante por dentro”.
Mas as poucas fotos da época, indicam que o automóvel não podia ser considerado propriamente um “padrão de beleza”, mesmo externamente. O exemplar conversível, já no final dos anos 1950, em foto do acervo da Família Gimenes. O carro que antes era preto, agora tem cor mais clara De acordo com seus criadores, o PINAR era um projeto que utilizava tecnologia 100% nacional.
Mas ainda segundo O Cruzeiro, seu motor nada mais era do que uma cópia fiel do motor boxer da Volkswagen, uma empresa ainda desconhecida por aqui e cujos primeiros automóveis começavam a desembarcar no Brasil, pelas mãos da Brasmotor.
Em outra reportagem da época na mesma revista, o próprio Domingos Otolini declarava: “Fiz uma cópia fiel do motor alemão Volkswagen, cujo modelo foi roubado na Alemanha por um sargento brasileiro e entregue aqui no Brasil”. Teriam os idealizadores tentado enganar o Presidente e a cúpula do Exército e da FNM? Com a recusa de Getúlio Vargas em produzir o PINAR, os 3 protótipos foram divididos entre seus idealizadores.
Hoje, não se sabe que fim levaram os protótipos e poucas pessoas jamais sequer ouviram falar deste intrigante episódio da trajetória da indústria automobilística brasileira.
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