sexta-feira, 13 de junho de 2014

International Harvester

Estavam presentes no Brasil desde 1926 quando a empresa começou a vender seus caminhões no Brasil.


Com a implantação do Geia a empresa instalou uma fabrica em Santo Andre - São Paulo, e em 1957 começou a produzir o modelo NV 184.

Mesmo sendo um caminhão robusto apropriado para utilização severa, graças a sua boa potência e resistência, o caminhão não agradou o público.

Foram produzidos 5.669 caminhões e 299 chassis para ônibus encerrou sua fabricação em 1965 vendendo sua sede para Chrysler, tentando retornar ao Brasil em 1998 mas esta história veremos mais para frente.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Toyota

Personagem importante na história da Industria automobilística Brasileira iniciou suas atividades em um escritório em 23 de janeiro de 1958, onze meses depois começou a montar o CKD do Land Cruizer 
FJ 251 serie J5 .


Em novembro de 1962 inaugurou sua fábrica em São Bernardo do Campo, onde o veículo já foi nacionalizado e passou a ser chamado de Bandeirante.



A produção da carroceria era tercerizada pela Brasinca, e motorização passou a ser Mercedes Bens.


A  tercerização da carroceria durou ate 1968 e a utilização do motor mercedes até 1994 quando voltou novamente a utilizar motores Toyota.


Embora rústico, com a filosofia de que um veículo deveria dar lucro a seu proprietário o veículo era realmente resistente, continuou a sofrer evoluções mecânicas que o tornaram ainda melhor.


Em setembro de 1998 a Toyota inaugura sua segunda fábrica no Brasil para produzir o Corolla, e em agosto de 2001 após 43 anos com 103.750 unidades produzidas sem contar o CKD dos Land Cruisers  encerrou a fabric ação do Bandeirante.


O Bandeirante possui uma legião de fãs praticantes do Off Road, por ser um veículo bem robusto.


terça-feira, 18 de março de 2014

DKW - Vemag o fim


Desde o do inicio de suas atividades a DKW - VEMAG teve problemas originados por má administração  e  a situação do país, Inflação mudança de política econômica, estoques cheios, falta de crédito, revendedores sem crédito, produção diária limitada a 40 unidades, enquanto as outras empresas contavam com as Matrizes para auxiliar em suas dificuldades financeiras, a Vemag dependia de sua própria sorte.

Muitos modelos e cores e interiores eram lançados sem nenhum estudo prévio, tomando em conta apenas o que estava disponível em estoque, outro ponto negativo era a localização da empresa, que diversas vezes teve problemas de inundação.


A Auto Union já havia sido vendida a Mercedes em 1958 que por sua vez a vendeu em 1965 para a Volkswagem, em função de tudo isto, a DKW - VEMAG foi vendida a Volkswagem do Brasil em 1967 que encerrou sua produção.

 A DKW teve papel importante na história da indústria automobolística Brasileira, foi pioneira em vários pontos, foi a primeira empresa a fundir um bloco de ferro para automoveis, a primeira a ter uma carroceria desenhada num estudio Italiano, e claro a primeira a produzir o veículo de série.


A História de competições da DKW é fantástica no Brasil e exterior,  sob o   comando de Jorge Lettry.

Bateu o recorde Sul Americano de velocidade 212,903 com o Carcará, pela equipe passaram grandes nomes do automobilismo nacional.

Ainda serviu de Base para o GT Malzoni e a Puma, teve papel de destaque na história, deixou saudades para quem foi criança naqueles tempos, o seu ruído característico do motor, o cheiro da queima do óleo com a gasolina, a fumaça azulada marcavam sua presença.

Estima-se que tenham sido produzidas 117.361 unidades inclusos os 35 GT Malzoni, e 135 Puma GT, além de 03 Moldex MB .

sábado, 8 de março de 2014

DKW Vemag

foi a primeira a obter a aprovação do G.E.I.A para a produção de automóveis no Brasil.
Em 19 de novembro de 1956 coloca a perua DKW F-91, derivada do modelo alemão F-91.


Em 1958 foi um ano de grandes evoluções e lançamentos o primeiro sedan.


A nova perua  baseada na F-94 com grande indice de nacionalização e motor de 900 c.c

Derivado do munga e lançado o Jeep Candango em homenagem aos que trabalhavam em Brasilia.

Em 1961 são lançados a Vemaguete e Belcar com várias alterações estéticas.




O Caiçara lançado em 1962 era uma versão despojada, vinha apenas em duas cores (bege e azul claro sempre com interior vermelho)  para-choques, grades e calotas pintados em cromados, acabamento interno simplificado ao máximo para conter custos mas não foi um sucesso de vendas.



Em 1964 lançado o Fissore  projetado no Brasil teve sua carroceria desenhada na Italia, no estudio de mesmo nome um 3 volumes com grandes áreas envidraçadas com tendências europeias possuia grandes avanços no entanto seu preço era extremamente caro.


Lançada 1965  a linha 1001 as portas da Belcar passam a abrir no sentido normal, acabando com os comentários maldosos sobre este ponto.



Em 1965 foi lançado o pracinha uma versão ainda mais simples que o caiçara e foi introduzida em toda linha o sistema Lubrimatic, neste mesmo ano foi lançado a Belcar e Vemaguete serie Rio em homenagem ao 400 anos de fundação do Rio de Janeiro.

O Ano de 1966 foram realizadas pequenas modificações estéticas nos modelos.

No ano de 1967 os veículos da DKW sofreram grandes modificações estéticas, no entanto este ano é marcado pela encerramento das atividades da marca que foi adquirida pela Volkswagem que tirou todos seus produtos de linha.





segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Simca Final





No mesmo mês do salão do Automóvel de 1966 onde foi apresentado o Esplanada, poucos dias depois foi anunciada aquisição da SIMCA pela Chrysler.

Haviam fortes boatos que os produtos iriam ser descontinuados imediatamente, o que não ocorreu, como parte de estratégia a empresa mandou os veículos serem avaliados por seu controle de qualidade que introduziu inumeras melhorias no produto, que foram redesenhados e em abril de 1968 pasaram a sair com a plaqueta que idendificava como sendo produzidos pela Chrysler. 

Terminando assim com a marca pioneira, os modelos Esplanada, GTX e Alvorada foram produzidos até 1969, quando deixaram a cena, dano lugar aos novos Dodge.

Foram produzidos cerca de 50.833  veículos Simca entre todos os modelos, segundo Anfavea não inclue os modelos Esplanada.

O Simca sempre foi um belo carro que para os cinquentões de hoje, traz a lembrança da série Vigilante Rodoviário, onde o Herói ia sempre a Bordo de seu Simca Chambord, junto com seu fiel amigo Lobo.


Particularmente eu tenho uma grande recordação do Simca 3 andorinhas, tive um vizinho Italiano que possuia um verde e branco lindo, bons tempos.

Simca

Sociéte Industrielle de Mécanique et de Carrosserie Automobile, este é o significado da palavra SIMCA um veículo Frances baseado num projeto americano que foi o pioneiro na Produção de Veículos de Luxo no inicio da história da Industria Automobilistica Brasileira.

Fundada em 5 de maio de 1958 em Belo Horizonte, por motivos logisticos a empresa se transferiu para São Bernardo do Campo onde inciou a construção de sua fabrica e, em 1959 a primeira unidade a deixar a linha foi entregue ao presidente Juscelino Kubitschek.

Em 1961 o veículo contava com inúmeras melhorias e um índice de nacionalização de 98 %


 Em 1962 foi lançado o a versão Rallye com uma potencia maior 100cv, e um apelo esportivo externamente a diferença era o capo com duas entradas de ar.


No Salão de 1962 foi apresentada a perua Jangada a qual é considerada a primeira Station Wagon Brasileira.

Lançou o modelo Alvorada que era um Chambord despido de luxos, para baretear o custo


Em 1964 lançou a linha Tufão que possuia inúmeras melhorias tanto mecanicas como estlísticas, mas sempre mantendo as caracteristicas básicas do Chambord.


Em 1965 lançou uma versão luxuosa chamada Presidence com calotas raidas, estepe atras do porta malas, bancos em couro.
Em 1966 continua os aperfeiçoamentos e lança o motor emi-sul que passou a ser adotado por toda linha.

No salão do automóvel em novembro de 1966 a Simca apresenta oficialmente o Esplanada.
Baseado na mecânica do Emi-Sul sua carroceria foi desenhada no Brasil, e era na verdade o último esforço da marca para se firmar no Brasil.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Fabrica Nacional de Motores Final






Surgiram iniciativas da própria fábrica ou de terceiros para o desenvolvimento de veículos utilizando conjuntos mecânicos do FNM 2000.  o esportivo Onça, este chegou a ter alguns exemplares produzidos, outros Furia, Alfazoni, Landi Bianco, ficaram apenas como protótipos   e o Blindado Cutia. A produçã de total foi de 11.782 unidades entre todos os modelos.


A Alfa Romeo foi vendida a Fiat 1977 que posteriormente, encerrou as atividades deste pioneiro.